Apreciações sutis da realidade
Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?
Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis
Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha
Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável
Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão
II
Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.
Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são
Thomas Freitas