quinta-feira, 27 de janeiro de 2011



As vezes



Penso em segundos
traços do esteja aqui
palavras que não são nada
e são do nada

As vezes penso

por lados de intuições
encravado nas margem do mundo tão são
correto, irradiado.

Não se machuque com a lâmina do silêncio
que voa nos bem-que-eu-te-disse.
Pode ser como nada.

Troféus de nada valem
se as flores murcham
(a não ser que elas não estejam encravadas no chão)
impossíveis de serem lavadas...


Thomas Freitas

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Tempo, tempo... estarás no espaço

Apreciações sutis da realidade




Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?

Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis

Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha

Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável

Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão

II

Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.

Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são



Thomas Freitas