quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Três - Teaser
Três from Thomas Freitas on Vimeo.
Teaser do filme de curta-metragem "Três"
Roteiro original_ 14min _ FullHD _ Colorido
Com: Pollyana Barros, David Muniz, Netto Ribeiro e Suzy Lopes.
Roteiro e Direção: Thomas Freitas
Produção: Vivian Maitê
Direção de Fotografia: Luís Barbosa
Som direto: Guga S. Rocha
Direção de arte: Marina Pessôa
Edição e Finalização: Ely Marques
João Pessoa - Paraíba - Brasil - 2011
EM BREVE LANÇAMENTO
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Para os professoes
![]() |
| Foto: Sarah Falcão |
HOMENAGEM AO DIA DO PROFESSOR
(Poeta Nelson Barbosa)
Migro pelo universo
No reverso do que sou
Para descrever em verso
O dia do Professor
Incluindo ele e ela
O signo MESTRE revela
Num sentido mais profundo
A constância de um querer
Arquitetando um saber
Na estrutura do mundo
Não seja apenas durante
A passagem desse dia
Mas, que perdure adiante
Essa homenagem sadia
Que toda a humanidade
Tome sensibilidade
E consciência do amor
E sinta na substância
O valor, a importância
Da função de Professor.
Mais que ator e atriz
No espetáculo da sala
Procura fazer feliz
A geração a quem fala
Às vezes estira o passo
E mediante o cansaço
Se vale da devoção
Supera a corrida louca
Busca força onde tem pouca
Mas cumpre sua missão.
Enfrenta horas de pico
Nos valores de um querer
E muitas vezes faz bico
Pra poder sobreviver
Mas, o poder, sem piedade,
Nega ao povo, na verdade,
O saber que ele merece
E o poderoso malvado
Torna o povo alienado
E ao professor desconhece.
O mandante vive rindo
No paraíso de Adão
Desfrutando e se nutrindo
Para os tempos de eleição
Muita conversa bonita
Promessa e banda que agita
Para melhor convencer
Custe o preço que custar
Tudo ele pode gastar
Pra se manter no poder
O povo padece as dores
Por ele não tem ninguém
Senão esses professores
Que o valorizam tão bem
Nas vastas salas de aula
Nos lugares onde falam
Com muita simplicidade
A mensagem de ação
Faculta ao povo a noção
Da sua realidade.
Enquanto o mestre prepara
As aulas com mui labor
O mandante fecha a cara
Pra punir o professor
Faz-lhe a vida complicada
Aumenta sua jornada
Tira gratificação
Mas o mestre não se abate
Embora o salário falte
Se orgulha da profissão.
O Professor tem a luz
Que vem das auras silvestres
Descendente de Jesus
Que foi o mestre dos mestres
Provou que o ensino muda
O conhecimento ajuda
Na constante evolução
Que funciona mudando
Pra mudar funcionando
Conforme a superação.
O exemplo da grandeza
De São Francisco de Assis
Que buscou na natureza
Um modo de ser feliz
Ao falar aos animais
Do jeito que um mestre faz
Dinamizando harmonia
Da vida una e serena
Embala o ecossistema
Com suma sabedoria.
Outros Mestres, cuja chama
Ao mundo iluminou
Buda, Confúcio e Brahma
Fraternas luzes de amor
E outros sábios da história
Que marcaram na memória
Os grandes ensinamentos
Paulo Freire, o Professor
Na voz do povo o valor
E na palavra o alimento.
Converte em felicidade
O que seriam agruras
Prepara a sociedade
Para as gerações futuras
Desde que a gente é criança
Vem dos Mestres a substância
Fruto da experiência
Ensina e também aprende
E o aluno compreende
A sua eficiência.
Mas, às vezes, seu dilema
Sensivelmente extravasa
Vem aluno com problemas
Originados em casa
O professor acha um jeito
De corrigir o defeito
Deixando a tal questão pronta
Mas essa pessoa crua
Às vezes, o vê na rua
Mas nem sequer lhe fez conta.
Somente a educação
Traz ao povo o seu valor
O novo e a tradição
Pela voz do Professor
Êta, que profissão bela!
Tanto dele quanto dela
Gêneros unificados
Deles depende o futuro
Esses Heróis tão seguros
Merecem ser respeitados.
Viva o Dia dos Mestres!
....................................................................
João Pessoa, PPLP - 14. 10. 2011
(*) Nélson Barbosa de Araújo
Doutor em Letras
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Todos os Santos
Todos os Santos from Thomas Freitas on Vimeo.
Teaser do documentário "Todos os Santos".
Teaser do documentário "Todos os Santos"
em breve o lançamento.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Baile Afro
Grupo Raízes.
Nesta próxima sexta dia 22 de julho a partir das 22h tem Baile Afro no Ateliê Multicultural de Elioenai Gomes na Ladeira da Borborema em João Pessoa. Vai rolar Coco de Roda Novo Quilombo, Cirandeiros do Vale do Gramame e Grupo Raízes ( foto ).
Com certeza será uma noite de muito axé.
Saravá
segunda-feira, 4 de julho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
em breve
em breve
filme curta-metragem "três" - Full HD
roteiro e direção: Thomas Freitas
atores: David Muniz e Pollyana Barros
segunda-feira, 30 de maio de 2011
sábado, 28 de maio de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
yin & yang
entre paradas e muros
um instante, ínfimo, se perdeu no horizonte
misterioso.
paira nas unhas das mais belas flores
momentos, únicos, dias, a coragem...
estados diversos entre as paradas
e o muro se ergueu
os segundos ficaram beirando as margens
tudo se perdeu?
Há de ver transformar o que é frio
catalogando lógicas absurdas
e ver o que era coincidência
se transpor no calor que partiu
cobras que mordem a própria cauda
ciclos e mais passagens
ainda assim não está
o quadro que não conseguiu um prego
pra se sustentar no muro
mas é belo
o mais belo de todas as figuras
(e se você olhar bem
não dará pra entender nada)
nova configuração
o vestido novo
a tatuagem coberta
o arrepio
o bom e velho perfume
e o medo de se tornar um vidro oco e vazio
a vida sim
as paisagens
as cores
as alvoradas
voam por aí como gaivotas
que se envenenam
comendo os pontos de reticências
e fervem
indo embora
mergulhando no mar
pra ser feito assim homem
pra viver assim mulher
papéis calejados de amar
rotas que se cruzam nas ruas de Budapeste
profecias do verbo sentir, decidir e estar...
Thomas Freitas
sábado, 21 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Gente
Interprograma feito pelo amigo Diego Benevides.
Existe uma versão com mais minutos. Vale a pena conferir!
terça-feira, 10 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
DUAS VEZES NÃO SE FAZ (Hermano José)
Não se faz o mundo duas vezes:
Duas vezes a Lua.
Duas vezes o Mar.
Não se faz duas vezes;
A inclinação do Cruzeiro do Sul,
A rotação diversas dos Astros
A luz solar riscando madrugadas,
Crepúsculos incendiados
Para o sono dos pássaros.
Duas vezes não se fará:
O rumor das ondas
Por cima de caranguejos translúcidos.
Chuvas tropicais
Resvalando em rios caudalosos,
Pororocas noturnas,
Revolvendo assombrações
Mas, se fará:
Negras espumas de óleo subterrâneos
Nuvens asfixiantes em horas imprevisíveis,
Mortos mares naufragados em detritos,
Desertos de verdes calcinados,
Terra desfigurada de pólo a pólo.
Terra inútil
Túmulo rejeitado
De fracasso humano.
reticências...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
por todos os "Três"
Arte de Adalberto Luís.
É interessante ser autor e ao mesmo tempo ter a oportunidade de ser o diretor da própria obra.Hoje, fazendo o ultimo tratamento do teste de elenco, para um ator e uma atríz, de cenas que criei para não ultilizar o roteiro original, me fizeram ir mais dentro no universo dos personagens. O nome do curta-metragem será "Três".
Certas sensações que achamos tão nossas acabam inchadas no profundo psicologico dos personagens. Haverá de mim destes seres que serão uma história de cinema? Sempre haverá, em tudo.
"Três" (ou "Cartas de João")
Ela vive perto de um vulcão
e sabe o quanto é difícil esperar
não vem
esperar o final das estações.
O desespero gerou a ultima dose
de ópio, da dor dela
nem imagina o quanto
eram teus meus carnavais.
Estivera ao ar livre sentado diante de todos os portos
em todos eles pudera ter, voltar e partir
já não posso
não há passagens entre nossos verões
mataram em ti o resto da força que eu tivera
Será que vai voltar e desistir daquelas
tantas obrigações que fizera
ela partir sem questionar
o valor do conteúdo profundo de minhas cartas
a ultima decidi não enviar...
Não houve tempo de sentir o peito apertado
cartas minhas durante todo o percurso
e mais adiante deles
me pedes para que seja livre.
ass. João.
(por Thomas Freitas)
domingo, 17 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Epitáfio
Canção de Aruanda (ou Para um amigo que se foi)
Vida que voa
vai pra longe destes causos
recebidos e entregues
Planícies, cidades, crianças e verdades
Os sorrisos, as noites e as puias
na terra natal, sua ainda
passageiro das guias
fortalecendo as sete cidades.
Renasceu em tua filha linda
O velhinho de aruanda te receberá
com todo o merecimento de tua prece serena
muitos nos terrenos estarão confusos
saudade e presente
se estenderá...
Força a chama que se estende
a outras gerações
dimensões
nunca vazias
cada vez mais expandidas nas canções
eternas
que vez por outra me farão lembrar de teu coração
amigo
no fim da festa fostes me buscar
eu com tanto medo
você sendo meu irmão foi lá pra me chamar
refletido anos depois em meus sonhos.
luz e poesia
serão sempre os reflexos de tua lembraça...
Thomas Freitas
Dedicado a Romualdo Lucena. Irmão desencarnado hoje.
Saravá Oxalá
terça-feira, 15 de março de 2011
raízes, pétalas e espinhos
Dizer
O que se sente é...
dizer?
Pudera ser sentir.
Absolutamente.
Prata e lume
vernáculos
do espelho retroativo
lá onde está
os anéis da perdição
Para a flor direi de tudo
a luz violeta
o incadear do sol
estrelas que se espatifam no azul
vergonha de não ser mestre
das palavras, da coragem...
sentir.
Caminho se faz no dia a dia
no perigo, no cheiro de alfazema
que cruzam os caminhos
das cruzes
armadas para nos fazer irmãos
molecagem minha
sua
nunca.
na nuca
todos os dias.
(...)
O que se sente é...
dizer?
Pudera ser sentir.
Absolutamente.
Prata e lume
vernáculos
do espelho retroativo
lá onde está
os anéis da perdição
Para a flor direi de tudo
a luz violeta
o incadear do sol
estrelas que se espatifam no azul
vergonha de não ser mestre
das palavras, da coragem...
sentir.
Caminho se faz no dia a dia
no perigo, no cheiro de alfazema
que cruzam os caminhos
das cruzes
armadas para nos fazer irmãos
molecagem minha
sua
nunca.
na nuca
todos os dias.
(...)
sexta-feira, 4 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A Yansã de Elioenai Gomes
Arte de Elioenai Gomes.
Você pode encontar esta imagem no Ateliê Multicultural Elioenai Gomes João Pessoa PB.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
As vezes
Penso em segundos
traços do esteja aqui
palavras que não são nada
e são do nada
As vezes penso
por lados de intuições
encravado nas margem do mundo tão são
correto, irradiado.
Não se machuque com a lâmina do silêncio
que voa nos bem-que-eu-te-disse.
Pode ser como nada.
Troféus de nada valem
se as flores murcham
(a não ser que elas não estejam encravadas no chão)
impossíveis de serem lavadas...
Thomas Freitas
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Tempo, tempo... estarás no espaço
Apreciações sutis da realidade
Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?
Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis
Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha
Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável
Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão
II
Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.
Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são
Thomas Freitas
Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?
Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis
Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha
Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável
Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão
II
Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.
Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são
Thomas Freitas
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
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