domingo, 16 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Tempo, tempo... estarás no espaço
Apreciações sutis da realidade
Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?
Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis
Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha
Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável
Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão
II
Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.
Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são
Thomas Freitas
Observo o que se passa pelas vielas frias
vejo nelas estes campos cheios de velas acesas esperando oração
digo eu aqui que nem se quer fui lá
seria estranho pensar assim.
mas então o que é o tempo?
Será que é o tempo de jogar os búzios
até lá despertar irei das minhas dividas
caras, sim, com valores inconformáveis
dilatadas, por vezes sofridas
escondidas, por ter marcas inimagináveis
Preservar estes pensamentos indisolúveis
em versos de músicas mal cantadas
licença eu preciso passar
fechar as os ciclos pra recomeçar
do lado de cá da ilha
Muito mistério irradia o tempo
que passa sem definição
que marca, as vezes por ser emotivo
tatuagem amarrada nos versos de um arranhão
que está, inexorável
Irridiam energias constantes e marcantes
profetas, expliquem as nuances das dúvidas mal compreendidas
viverás em tua prisão que construístes com o intuito de nadar por mares que não sabes navegar
tem barco, vara e solidão
II
Todos sbem dizer o que é melhor pro tempo
aplaudam, mãos ao alto. louvem as verdade dos outros
estará em tua cara mal lavada tuas rugas de pesares
se proporcionares a ti mesmo
teus capitulos de livro que ousas viver
assim seria o maior de todos os homens
aqueles que ninguém pode compreender por tamanha capacidade cognitiva
Salve. São eles.
Não Salvaram. Prenderam este homem na prisão das verdades que não são
Thomas Freitas
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Ano Novo é reiniciar os ciclos
Oxumaré
DIA: Terça-feira
CORES: Amarelo e verde (ou preto) e todas as cores do arco-íris
SÍMBOLOS: Ebiri, serpente, círculo, bradjá.
ELEMENTOS: Céu e terra
DOMÍNIOS: Riqueza, vida longa, ciclos, movimentos constantes.
SAUDAÇÃO: A Run Boboi!!!
Oxumaré (Òsùmàrè) é o orixá de todos os movimentos, de todos os ciclos. Se um dia Oxumaré perder suas forças o mundo acabará, porque o universo é dinâmico e a Terra também se encontra em constante movimento. Imaginem só o planeta Terra sem os movimentos de translação e rotação; imaginem uma estação do ano permanente, uma noite permanente, um dia permanente. É preciso que a Terra não deixe de se movimentar, que após o dia venha a noite, que as estações do não se alterem, que o vapor das águas suba aos céus e caia novamente sobre a Terra em forma de chuva. Oxumaré não pode ser esquecido, pois o fim dos ciclos é o fim do mundo.
Oxumaré que fica no céu
Controla a chuva que cai sobre a terra.
Chega à floresta e respira como o vento.
Pai venha até nós para que cresçamos e tenhamos longa vida.
Características dos filhos de Oxumaré
São pessoas que tendem à renovação e à mudança. Periodicamente mudam tudo na sua vida (de maneira radical): mudam de casa, de amigos, de religião, de emprego; vivem rompendo com o passado e buscando novas alternativas para o futuro, para cumprir seu ciclo de vida: mutável, incerto, de substituições constantes.
Como as cobras possuem olhos atentos, salientes, difíceis de encarar, mas ‘não enxergam’. São orgulhosas, exibicionistas, mas também generosas e desprendidas quando se trata de ajudar alguém.
Extremamente activas e ágeis, estão sempre em movimento e acção, não podem parar.
São pessoas pacientes e obstinadas na luta pelos seus objectivos e não medem sacrifícios para alcançá-los. A dualidade do orixá também se manifesta nos seus filhos, principalmente no que se refere às guinadas que dão nas suas vidas, que chegam a ser de 180 graus, indo de um extremo a outro sem a menor dificuldade. Mudam de repente da água para o vinho, assim como Oxumaré, o Grande Deus do Movimento.
Saravá Oxumaré
domingo, 26 de dezembro de 2010
Um doce fim de ano
Uma bela canção de Gilberto Gil. Que a luz de Oxaguiã nos guie nesses proximos ciclos. Namasté
TF
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