Muita luz a todos neste reinicio de ciclo.
Que todos possamos
amar mais
perdoar
pedir perdão
ter gratidão
humildade
simplicidade
alegria
cumplicidade
fraternidade
paixão
ouvir boas músicas
ver bons filmes
evoluir
cuidar da natureza
enfim
amar e amar
muita luz a todos
Tom
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Do meu jeito
Gonzaguinha
Que é um peso constante sobre as costas da gente
Nesse tempo doente à solta nas ruas
Colocando nas faces esse ar descontente
Já não basta a descrença e a desconfiança
Acabando com nossa esperança de felicidade
Já não basta a pressão dessa falsa moral
Encobrindo os atos de imoralidade
Ah, por favor, meu garoto
Não venha também me prender a cabeça, as pernas e braços
Eu te amo e esse amor eu declaro e grito e proclamo
De peito bem limpo, de peito lavado
Não preciso provar, pois sei bem o que sou
E tintim por tintim dos meus traços e passos
Eu cansei dessas velhas promessas
Dessas velhas palavras e cansados ditados
Já não basta esta coisa rolando aí fora
Nos castrando com garras e dentes
Nos forçando a viver tão somente de meias verdades
O importante é que o nosso coração sinta, através do respeito
O que é ser uma pessoa do meu jeito
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
ciclos
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
"... o mundo é que é o meu lugar..."
Com a perna no mundo
Gonzaguinha
Acreditava na vida
O moleque acabou de chegar
Nessa cama é que eu quero sonhar
Amanhã bato a perna no mundo
É que o mundo é que é meu lugar
Gonzaguinha
Acreditava na vida
Na alegria de ser
Nas coisas do coração
Nas mãos um muito fazer
Sentava bem lá no alto
Pivete olhando a cidade
Sentindo o cheiro do asfalto
Desceu por necessidade
O Dina
Teu menino desceu o São Carlos
Pegou um sonho e partiu
Pensava que era um guerreiro
Com terras e gente a conquistar
Havia um fogo em seus olhos
Um fogo de não se apagar
Diz lá pra Dina que eu volto
Que seu guri não fugiu
Só quis saber como é
Qual é
Perna no mundo sumiu
E hoje
Depois de tantas batalhas
A lama dos sapatos
É a medalha
Que ele tem pra mostrar
Passado
É um pé no chão e um sabiá
Presente
É a porta aberta
E futuro é o que virá, mas, e daí?
O moleque acabou de chegar
Nessa cama é que eu quero sonhar
Amanhã bato a perna no mundo
É que o mundo é que é meu lugar
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
segunda
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Baden Powell
Olô, pandeiro
Olô, viola
Olô, pandeiro
Olô, viola
Pandeiro não quer
Que eu sambe aqui
Viola não quer
Que eu vá embora
Que eu sambe aqui
Viola não quer
Que eu vá embora
Olô, pandeiro
Olô, viola
Olô, viola
Pandeiro quando toca
Faz Pedra Preta chegar
Viola quando toca
Faz Pedra Preta sambar
Faz Pedra Preta chegar
Viola quando toca
Faz Pedra Preta sambar
Pandeiro diz:
Pedra Preta não samba aqui não
A viola diz:
Pedra Preta não sai daqui, não
Pedra Preta não samba aqui não
A viola diz:
Pedra Preta não sai daqui, não
Pedra Preta diz:
Pandeiro tem que pandeirar
Pedra Preta diz:
Viola tem que violar
Pandeiro tem que pandeirar
Pedra Preta diz:
Viola tem que violar
O galo no terreiro
Fora de hora cantou
Pandeiro foi-se embora
E Pedra Preta gritou
Fora de hora cantou
Pandeiro foi-se embora
E Pedra Preta gritou
Olô, pandeiro
Olô, viola
Olô, pandeiro
Olô, viola
Olô, viola
Olô, pandeiro
Olô, viola
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